Ricky caught !

Postado em Insanus em 24 janeiro, 2011 por Nelson

The Drifter

Postado em Uncategorized com as tags , , em 15 dezembro, 2010 por Maurício

Everything moves in cycles. I thought that be completely isolated would bring me peace of mind, but now i realize that is the people around us who bring our experiences to life.
We dream about the perfect wave… perfect job… perfect house… perfect love… when we get there, we dream about something else.

Flerte Fatal.

Postado em Insanus, Uncategorized com as tags , , em 19 setembro, 2010 por Maurício

“São Paulo, 05:03 da manhã sinto a ferrugem.

O telefone continua calado.

Chego em casa tomo meu uísque e alimento ainda mais a minha solidão.

O gosto amargo insiste em permanecer no meu corpo.

Corpo… Corpo… está nu.

Gelado com o peito ardendo, gritando por socorro, prestes a cair do 14º andar.

A sacada é curta, o grito é inevitável.

Eu vou acordar o vizinho;  Eu vou riscar os corpos;  Eu vou te telefonar.

E dizer que eu só preciso dormir.”

Velvet Revolver – Wish You Were Here

Postado em Música em 15 setembro, 2010 por Nelson

Pink Floyd
Wish You Were Here

So, so you think you can tell
Heaven from Hell
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold confort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?
How I wish
How I wish you were here
We’re just two lost souls
Swimming in a fish bowl
Year after year
Running over the same old ground
What have we found?
The same old fears
Wish you were here

Dark Tranquillity – Lethe

Postado em Uncategorized em 27 julho, 2010 por Nelson

Artist: Dark Tranquillity
Music: Lethe
Album: The Gallery

Give me the drink of the fluid

That disintegrates
And lend me the sweet balm and blessing
Of forgetfulness, empty and strong
Lethe
Oh, lethe

Hold me near, unravel the stars
As I speed through the heavens
Speed through the night
For you are my blade and my rope
You are my lethe
You are my all

In currents of cobalt
You storm through my heart
To sever, to puncture
The memories that burn
Let sweep through the arteries
In sharp stabs of pain
Your talon-like fingers to kill me again

Steal me, invade me and charge me again
For I burn and I shudder
Burn with each movement of

So, cleansed through a floodlight
I appear, renewed and reforged
Caressed by the sweet balm and blessing
Of forgetfulness, empty and strong
Lethe

Hold me near, my one friend and guide
As I drown through your fingers
Drown through your love
For you are the life I hate
You are my

Drag me down, in passionate sighs
With the ocean above me
And flames in my eyes
And grant me a life I can live
Without
Take me away

From the life that I hate

Mergulhar no rio letes ? Topo, porque não ?

10paezinhos

Postado em Insanus, Tirinha em 13 julho, 2010 por Nelson

Foto da semana.

Postado em Uncategorized em 21 junho, 2010 por Nelson

pulmaoSegundo o Dhamer: “Você vai morrer de algo que você gosta”.

Ayrton Senna

Postado em Insanus em 20 junho, 2010 por Nelson

“Eu já era o pole, depois baixei para meio segundo e depois um segundo, e apenas continuei. De repente, estava quase dois segundos mais rápido do que qualquer um, incluíndo meu companheiro de equipe, com o mesmo carro. E subitamente percebi que eu já não estava dirigindo o carro conscientemente. Eu o estava pilotando com um tipo de instinto, só que em outra dimensão. Era como estar num túnel. Não apenas o túnel sob o hotel, mas todo o circuito era um túnel. Eu apenas continuava, mais e mais rápido. Estava muito acima do limite, mas poderia ir ainda mais longe”.

Conforme o descrito por Mihály Csíkszentmihályi, meu camarada húngaro de nome impronunciável, fluxo é um tênue estado mental onde a pessoa está totalmente imersa no que está fazendo, com leve perda da consciência, algo um tanto assustador, como Senna aprendeu durante sua corrida pela pole em Mônaco.

“ Então de repente alguma coisa me tocou. Eu meio que acordei e percebi que estava em uma atmosfera diferente do normal. Minha reação imediata foi reduzir, ir mais devagar. Eu me dirigi lentamente para os pits, e não quis mais andar naquele dia. Isso me assustou porque eu estava muito além da minha consciência. Acontece raramente, mas eu mantenho essas experiências muito vivas dentro de mim porque é algo importante para a autopreservação.”

Porra, Charlie Brown…

Postado em Insanus em 20 junho, 2010 por Nelson

and the blues comes and puts its head in my shoulder

Postado em Insanus com as tags em 15 maio, 2010 por Nelson

Já estamos quase na metade de 2010 e a última vez que estive por aqui foi no meio de 2009.

Não aconteceu muita coisa… assisti alguns filmes, li alguns livros, fiz algumas cirurgias, escutei muita música, conheci gente nova, esqueci gente velha e assim a vida vai. Vai e vai indo, caminhando um passo atrás do outro, por vezes passos largos e perdidos, outras vezes passos lentos, curtos e cuidadosos.

Eu sei que às vezes nos sentimos seres analógicos num mundo digital. Muita coisa guardada dentro de si, mas não é pra menos, o mundo esfrega mesmo tudo na nossa cara.

Alguém falou: – Aqui estamos nós, no fim do mundo, no fim da civilicação… e todos estamos tão desesperados para sentir algo… qualquer coisa… que caímos uns sobre os outros e fodemos nossos caminhos ao longo do fim dos dias…

É difícil para eu perguntar, mas alguém já sentiu, alguma vez na vida, uma sentimento tão escroto, que ao acordar durante a noite se depara com os braços entrelaçados, como se estivesse acreditando abraçar alguém ? Esse vazio que me refiro é como o de alguém que teve as pernas amputadas sentindo cócegas nos pés…

É inútil… quem não preferiria que a placenta fosse escolhida no lugar de si mesmo ? Talvez ela se adaptasse melhor à este mundo repugnante.

Olha o que ouvi em algum filme, era em francês, não lembro o filme nem sei se a tradução está boa, mas vamos lá:

Do outro lado da linha
Está o som da sua voz
E as palavras que eu nunca direi
As palavras que assustam
quando não fazem rir
Que aparecem muitas vezes
Nos livros, nas canções e nos filmes
Palavras que eu queria dizer
E palavras que eu queria viver
Palavras que eu nunca direi
Eu quero
Só que não posso
Estou tão só que poderia morrer
E eu sei onde você está
Estou chegando, espere por mim
e nós vamos nos conhecer
Dê-me um pouco do seu tempo
e eu te darei todo o meu
Eu queria te encontrar
Mas eu fico
Me odiando
Eu nunca irei te encontrar
Eu quero, mas não posso
Eu quero falar com você
Eu quero estar com você
Ou ao menos tentar dormir
Tenho medo que você
não me escute
Tenho medo que fuja
Medo de ser indiscreto
Eu não posso te dizer
Que te amo, talvez…
Mas se um dia
você achar que me ama
Suas lembranças não me magoam
Fujamos do passado
para viver o amanhã
Venha e salve-me
Se um dia achar que me ama
Não tenha medo se parece difícil
Entre o ontem e o nosso amanhã
Venha e salve-me
Se estiver farta de tudo
e não achar saída
Quando todo dia é o ontem
Pense em mim
Pense em mim
Mas se você…

Quando eu ouvi esta música, ela fazia mais sentido, na hora eu estava com um telefone na mão, pronto para declarar os meus mais escroques e passageiros sentimentos para alguém. Ainda bem que não o fiz, pois ao reler agora, pareceu completamente idiota, asd90fhas09f8d. Acho que esse alguém iria rir um pouco e desligar na minha cara. Quanta verdade somos capazes de suportar ?

Não quero mais ser um urso… quero ser um piloto, numa pista sem fim, com um carro super veloz, lotado de combustível para durar toda a eternidade, guiando e bebendo o bom e velho Nº7, sem preocupação alguma, apenas liberar no organismo uma quantidade de adrenaliza tão alta que me fizesse entrar em transe e voar tão alto que ninguém possa me alcançar.

Lotus Preta

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.