Flerte Fatal.
“São Paulo, 05:03 da manhã sinto a ferrugem.
O telefone continua calado.
Chego em casa tomo meu uísque e alimento ainda mais a minha solidão.
O gosto amargo insiste em permanecer no meu corpo.
Corpo… Corpo… está nu.
Gelado com o peito ardendo, gritando por socorro, prestes a cair do 14º andar.
A sacada é curta, o grito é inevitável.
Eu vou acordar o vizinho; Eu vou riscar os corpos; Eu vou te telefonar.
E dizer que eu só preciso dormir.”
19 setembro, 2010 às 1:16 pm
ira rlz